Do you know your body and accept it? / Até que ponto conhece e aceita o seu corpo?

EN (Versão em português no final deste post).

“Self confidence is your best outfit”

Before starting this topic, I would like to leave a small thankfull note to all who have shown their affection and support for the launch of this blog, it was and it is very important for me.

Now let’s focus on a point that, unfortunately, is not comfortable at all for many people, their own body.

And I begin with a question that, although simple, can be quite complex because of the stigma created by our society and which our brain can erroneously absorb.

So the question is: Do you really know your body?

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Image source: <a href=’https://www.freepik.com/free-vector/human-body-shape-background-design_1042834.htm’>Designed by Freepik</a>

Having the knowledge of one’s own body goes much further than stopping in front of the mirror and analyzing the defects, let’s admit that it is what most of us do at a certain point in life and sometimes for too long …

Having a real knowledge of the body passes instead by an analysis of its structure, or its type of silhouette and not being here to speak if the person is fat or thin, low or high, but rather to know for the purpose of leading to the fundamental process for anyone to feel good about themselves, I’m talking about self-acceptance.

We are daily bombarded with more or less explicit concepts of “beauty ideal”, “the ideal body type,” “perfect beauty”, and this shocks me profoundly, today, because I also was been greatly affected by these depressing tricks too, however, from the moment we accept ourselves as we are these “concepts made by an unhappy society” cease to make any sense.

And for those who know me or get to know me through social media and the consequent dissemination of my work, do not think that I do not have the property to speak, because I have, and a lot.

I suffered psychological attacks because I was “too skinny” or “skeletal” as I was often called, because my breasts were not such developed than those of the other girls, my face did not have a beauty within the mental patterns of some people…

All this struck me deeply, I was just like that and I didn’t do absolutely nothing to be that way.

I even ate in double, put on several layers of clothing, wear filler bras for my chest to look bigger and for what? To please others when I could not please myself?

Whoever, who is in this situation I’ve been or is distilling free attacks on other people, please think about it.

You just have to please yourself and who does not like you, just have to deal with it. If you need help to overcome these traumas please ask for it, it is not a shame, on the contrary, it is a great act of courage and you don’t have to expose publicly if you don’t feel comfortable with it, you should manage your own life the way you want.

I am sharing this very private experience because I am comfortable with it and I believe it is in sharing experiences that we can help each other, so I ask that we don’t fall into the mistake of “classifying people” by their appearance, because my loves, the not acceptance is something that can be experienced by anyone and sometimes for too long.

This non-acceptance can begin in one’s childhood growing into adolescence and can negatively mark the person during this period of time, even in their adult life. Sometimes there are pressures made by the family itself, by the group of “friends” and by the so-called “concepts” that are no more than prejudices.

Since we are not all the same, there are those who don’t give in to pressure, others who survive pressure and those who unfortunately give in to pressure and we know how this could end up to. We can try to avoid this by being more tolerant, understanding and doing everything we can to accept ourselves as we are.

And since this is a blog that is linked to fashion, fashion has an important and different role here than the one who is linked to the stereotypes that still exist and are in sight of everyone, linked with the catwalks. Fashion is much more than that, fortunately, there is a “fashion” that is the one that helps people raise their self-esteem and it is this type of fashion that I want to bring here to the blog.

So I would like to propose a challenge to all readers, the challenge of standing in front of the mirror, undressed and mostly undressed from all of prejudices that you have with yourselves and just praise your body, discovering what you like most in it.

After this you will be prepared to read my next post, which will be presenting tools that help to highlight the best features of each type of silhouette, because each type is unique and beautiful in its own being, but remember that acceptance doesn’t come from others but from itself.

Accepting doesn’t mean that you don’t have to have vanity, that you don’t have to like to beautify just because you do not need it, but if you do not want to do it, that’s okay! The important thing is to be well with yourself, to be well with life, but for those who want to highlight their beauty and have that healthy vanity you just have to be attentive not only to the next post but to a series of them dedicated to this theme.

By the way, I would like to know if this post was useful and, if you wish, leave your comment.

See you soon.

Lena Alfaiate


“A autoconfiança é o seu melhor look”

Antes de iniciar este tema, gostaria de deixar uma pequena nota de agradecimento a todos aqueles que demonstraram o seu carinho e apoio pelo lançamento deste blog, foi e é muito importante para mim.

Agora vamos focar num ponto que, infelizmente, não é de todo confortável para muitas pessoas, ou seja, o seu próprio corpo.

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Fonte da imagem: <a href=’https://www.freepik.com/free-vector/human-body-shape-background-design_1042834.htm’>Designed by Freepik</a>

E começo com uma pergunta que, apesar de parecer simples, pode ser bastante complexa pelo estigma criado pela nossa sociedade e que o nosso cérebro pode, erradamente, absorver.

Sem mais rodeios a pergunta é: até que ponto conhece realmente o seu corpo?

Conhecer o próprio corpo vai muito mais além do que parar em frente ao espelho e analisar os defeitos, admitamos que é o que a maioria faz em determinada altura da vida e por vezes por demasiado tempo…

Ter o real conhecimento do corpo passa sim por uma análise da sua estrutura, ou do seu tipo de silhueta, não estando aqui a falar se a pessoa é gorda ou magra, baixa ou alta, mas sim conhecer com a finalidade de levar ao processo fundamental para que qualquer um se sinta bem consigo mesmo que é autoaceitação.

Somos diariamente bombardeados com conceitos, mais ou menos explícitos, de “ideais de beleza”, “o tipo de corpo ideal”, “a beleza perfeita” e isso choca-me profundamente, atualmente, porque também já me deixei afetar bastante por essas artimanhas deprimentes, contudo, a partir do momento em que nos aceitamos como somos esses “conceitos fabricados por uma sociedade infeliz” deixam de fazer qualquer sentido.

E para quem me conhece ou me passe a conhecer através das redes sociais e pela consequente divulgação do meu trabalho, não pense que não tenho propriedade para falar, porque tenho e muita.

Já que sofri ataques psicológicos por ter sido “demasiado magra” ou “ser esquelética” como era chamada frequentemente, por não ter o peito tão desenvolvido como outras meninas, pelo meu rosto não ter uma beleza dentro dos padrões mentais de algumas pessoas…

Tudo isso marcou-me profundamente, pois, eu simplesmente era assim e não fazia absolutamente nada para ser dessa forma.

Cheguei a comer em dobro, a vestir várias camadas de roupa, a usar soutiens de enchimento para o meu peito parecer maior e para quê? Para agradar aos outros quando eu não me conseguia agradar a mim mesma?

Quem está na situação que eu estive ou a destilar ataques gratuitos para com outras pessoas pense nisso.

Você apenas têm de se agradar a si mesmo, ponto, e quem não gosta que lide com isso, se precisa de ajuda para ultrapassar esses traumas recorra a ela, não é vergonha nenhuma, pelo contrário, é um grande ato de coragem e não tem que o expor publicamente se não se sentir à vontade com isso, a vida é sua.

Estou a partilhar algo muito particular porque estou à vontade com isso e acredito que é na partilha de experiências que podemos ajudar o outro, por isso peço para que não caiamos mais no erro de “classificar pessoas” pela sua aparência, porque meus caros a não aceitação é algo que pode ser vivido por qualquer pessoa e às vezes por demasiado tempo.

Essa não aceitação pode ter início na própria infância passando para a adolescência e pode marcar negativamente a pessoa durante esse período de tempo até mesmo na sua vida de adulta. Por vezes existem pressões feitas pela própria família, pelo grupo de “amigos” e pelos ditos “conceitos” que não passam sim de preconceitos.

Como não somos todos iguais, existem aqueles que não cedem à pressão, outros que sobrevivem à pressão e aqueles que infelizmente cedem à pressão e cujo desfecho é lamentável, vamos tentar evitar isso sendo mais tolerantes, compreensivos e a fazer-mos de tudo para que nos possamos aceitar como somos.

E como este é um blog que está ligado à moda, de que forma a moda tem aqui um papel importante e diferente daquele ligado aos estereótipos, que ainda existem e estão à vista de todos, ligados com as passarelas? A moda é muito mais do que isso, felizmente, existe uma “moda” que é aquela que ajuda as pessoas a elevarem a sua autoestima e é esse tipo de moda que quero trazer aqui para o blog.

Assim, gostava de propor um desafio a todos os leitores, o desafio de se colocarem em frente ao espelho, despidos de roupa e acima de tudo de preconceitos consigo mesmos e a tecerem elogios ao seu corpo, a descobrirem aquilo que mais gostam em si.

Após isso estarão preparados para a leitura do meu próximo post que será a apresentação de ferramentas que ajudam a realçar as melhores características de cada tipo de silhueta, porque cada tipo é único e belo no seu próprio ser, mas lembre-se que a aceitação não provém dos outros mas de si mesmo.

Aceitar-se não quer dizer que não tenha que ter vaidade, que não goste de se embelezar porque não necessita, se não o quiser fazer está tudo bem! O importante é estar bem consigo, de bem com a vida, mas para aqueles que queiram realçar a sua beleza e ter aquela vaidade saudável estejam atentos, não só aos próximos posts, mas a uma série deles dedicados a esse tema.

Para finalizar, gostaria de saber se este post lhe foi útil e se desejar deixe o seu comentário.

Até ao próximo post.

Lena Alfaiate

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Author: tailorsadvice

Fashion blogger based in Viseu - Portugal

15 thoughts on “Do you know your body and accept it? / Até que ponto conhece e aceita o seu corpo?”

  1. Muito bom! ❤

    Ana Macieira

    http://www.anamacieira.com
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    Ana Macieira, Astróloga
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    De: TAILOR’S ADVICE
    Enviado: segunda-feira, 25 de junho de 2018 22:14
    Para: anamacieira@hotmail.com
    Assunto: [New post] Do you know your body and accept it? / Até que ponto conhece e aceita o seu corpo?

    tailorsadvice posted: “EN (Versão em português no final deste post). “Self confidence is your best outfit” Before starting this topic, I would like to leave a small thankfull note to all who have shown their affection and support for the launch of this blog, it was and it is “

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  2. É muito triste ver o tanto de gente (em especial as mulheres) sofrendo com pressão estética. Mesmo que minha autoestima não seja das melhores, sempre tento ajudar as pessoas ao meu redor nesse quesito. Imaginar que existem pessoas, que NÓS olhamos para nosso corpos e não conseguimos achar bonito o que vemos é horrível, pois é A GENTE refletido ali!
    Em fim, esse assunto ainda precisa muito ser discutido. Pressão estética é algo que precisa parar de existir. Adorei o texto!

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    1. Sem dúvida, mas creio que temos que começar por tentar eliminar essa pressão na nossa cabeça mesmo, após o momento que o fiz foi libertador e vamos ver que a sociedade continua a mesma eu é que mudei a linha de pensamento e encarar a moda como algo positivo e não como algo fútil, como expliquei no texto. Se há muito trabalho a fazer nesta área? Claro que sim mas tudo começa em nós mesmos dentro de nós pois só cedemos a pressões se não estivermos bem e seguros de nós mesmos e acredite que essa pressão já há muito que se abate sobre homens também, é apenas mais discreta.
      Muito obrigada pelo apoio e comentário espero que continue a acompanhar as postagens.

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  3. É muito importante falarmos sobre autoaceitação, principalmente nós mulheres que sofremos tanto com esse “padrão” que a sociedade nos impõe. Desde criança eu ouço e vejo coisas que me “obrigam” a emagrecer e a usar maquiagem o tempo todo. Faz pouco tempo que decidi que não farei isso porque a sociedade me obriga, mas farei por mim mesma e se eu quiser e quando quiser.
    Amei seu texto e fico feliz em saber que você pretende trazer mais postagens sobre esse tema aqui no blog, pois como eu disse antes, é de extrema importância que a gente fale sobre esse tema, seja na internet ou pessoalmente!
    Parabéns pelo blog e pelo post!
    Beijos
    http://invernode1996.blogspot.com.br

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    1. Agradeço imenso o seu comentário, de facto há uma pseudo imposição da sociedade para seguirmos padrões… Temos que fazer valer aquilo que somos e não o que os outros querem que sejamos. Eu posso usar maquilhagem, roupas bonitas etc e tal mas porque eu quero porque quero enaltecer o melhor que há em mim e não porque isso me é imposto. Lá está, este é um processo de dentro para fora e não o contrário como a ideia que nos querem impingir… Um beijo!

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  4. Autoaceitação é um assunto que vem sendo muito falado ultimamente, e que bom! Devemos agradecer por isso e falar cada vez mais, pois muitas ainda são vítimas desse padrão que a sociedade impõe e que só nos faz mal. O seu post está cheio de verdades que precisam ser ditas e repetidas, para alcançarem cada vez mais mulheres. Eu demorei um bom tempo para me aceitar e me amar como eu sou. Nunca tive grandes problemas, mas também nunca me achei bonita, sempre tinha coisas que queria mudar. Hoje, sou bem consciente dessa questão, e busco sempre fazer o que me agrada, faço sempre por mim e não pelos outros. Ainda assim, as vezes ainda caio na armadilha de julgar a mim mesma e a outras mulheres em função desse padrão. É uma desconstrução diária. Por isso, posts como esse são sempre bem vindos!

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    1. É verdade e quanto mais se falar melhor porque ainda há um caminho longo a percorrer, mas se formos falando o assunto é mais debatido, logo há mais consciencialização para o tema. Obrigada pela sua opinião!

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  5. Como você, também fui esquelética em algum momento da vida, e não gostava de meu corpo. Comecei a ganhar peso depois dos vinte e cinco. Mas, antes disso, sofria com o espelho, nem tanto com os comentários porque há pessoas que acham que ser magra é uma lindeza. Eu odiava. Hoje, com peito, bunda e coxas… eu me amo. Sou uma criatura andrógina. Sempre fui e adoro vestir um adidas, calçar um tênis e sair por ai a trilhar meus caminhos de sempre.
    Não ei se conheço tão bem o meu corpo, mas me esforço nesse sentido porque não deixo me contaminar por conceitos e preceitos. Gosto do que me faz bem, me agrada e não faço dietas. Vivo meus dias a minha maneira porque pelo jeito dos outros não funciona para mim. rs

    bacio e parabéns pelo blogue.

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    1. Olá Lunna e esse é o objetivo principal! Gostar de nós pelo que somos e como somos! Fico contente em saber que se aceita tal qual como é! Um beijo e obrigada pelo carinho!

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  6. Olá Helena,

    Como estás?

    Lembrei-me de ti e de patilhar o canal deste senhor contigo.

    É super interessante! Ouve os seus vídeos:

    https://www.youtube.com/user/papodelider

    [https://yt3.ggpht.com/a-/AN66SAwFTdkbndKfbcVR2FNJQtZYTqpfBpUX_4Volw=s900-mo-c-c0xffffffff-rj-k-no]

    Wendell Carvalho – YouTube
    http://www.youtube.com
    Quero lhe guiar pessoalmente em uma imersão de 2 dias para Desbloquear Seu Potencial, Condicionar sua Mente para o Sucesso e construir uma Vida Épica.

    Abraço bom ❤

    Ana Macieira

    http://www.anamacieira.com
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    ________________________________
    De: Ana Macieira
    Enviado: terça-feira, 26 de junho de 2018 08:55
    Para: TAILOR’S ADVICE
    Assunto: Re: [New post] Do you know your body and accept it? / Até que ponto conhece e aceita o seu corpo?

    Muito bom! ❤

    Ana Macieira

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    De: TAILOR’S ADVICE
    Enviado: segunda-feira, 25 de junho de 2018 22:14
    Para: anamacieira@hotmail.com
    Assunto: [New post] Do you know your body and accept it? / Até que ponto conhece e aceita o seu corpo?

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